Imaginemos uma taça de cristal vermelho, delicadamente moldada, trabalhada com detalhes dourados. Ao contemplá-la, nos viria esse pensamento: “A pessoa que a fez é um verdadeiro artista!”

De fato, alguma coisa ganharíamos se, além de admirar tão bela peça, pudéssemos conhecer o homem que a fabricou. Nele está a origem, a matriz da taça; foi do seu gênio, do seu senso estético que ela nasceu.

Ele é a causa dela. E, como ensina São Tomás, a causa sempre é mais excelente do que o efeito.

Deixemos de lado, entretanto, a nossa “cristalina” contemplação e viajemos para o outro lado do …