Há duas formas de entender o presente: como passado do futuro e como futuro do passado. E não pense, leitor, ser esta introdução um mero jogo de palavras. É fato inconteste – quase um lugar-comum – que os séculos precedentes nos prepararam e que, segundo a mesma regra, os filhos por nós gerados são o futuro em nossas mãos.

Por isso a História sempre foi considerada como um espelho: ao contemplá-la nos encontramos e, desde já, entrevemos o porvir. Voltemos então nossa atenção para a tortuosa estrada dos milênios, a fim de desvendar a trilha pela qual chegamos à …