Esta é uma pergunta que, no nosso caso, precisa ser respondida muito mais à luz da fé do que da razão.
Ser um cooperador e, portanto, fazer parte dos Arautos do Evangelho é, para mim e para meu marido, uma questão antes de tudo de fé na Providência Divina, nos desígnios de Deus. Temos plena certeza de que foi Ele que nos conduziu, numa viagem de passeio, ao primeiro contato com esse movimento, do qual até então nunca tínhamos ouvido falar.
Uma de nossas companheiras de viagem era uma garota de seus dezesseis anos, que estava em companhia …